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Tenho estado a ler as nossas conversas de messenger de há dois anos atrás…
Meu anjo… como te amo!
Como tanta coisa mudou…
Como tenho saudades tuas…
… venham aqui castigar-se…
Gostava de ter nascido uns aninhos mais cedo… apenas para ter vivido estas coreografias:
Digam o que disserem, o senhor era um génio… bem, e todos os génios têm a sua panca… ele tinha algumas…
Susan Boyle
Pyralvex
Panda
“Chikéne”
Franz Ferdinand
Tamara
Arraial
Wall
Wiki
Zoo
Nhaufas
Opus Dei
Conixila
Crepúsculo
Fazer a cama
Full House
Gay Rights are Human Rights
Torre de Babel
Lenço
Pornografia infantil
Vizinhas
Strip Tease
Radiohead
Knives Out
Fuck you very much! FUCK YOU FUCK YOU
Formiga
Mighty Mouse
Simon is now Online
Escudo
Caixa de sapatos
Revolta
Cancro
Cobertor
Brinquedo
Repelente
24601
Ghetsemane
BD
90km
Post-it
Don’t you forget about me
KISS – Keep It Short and Simple
Videoplayback.flv
When you're weary, feeling small
When tears are in your eyes,
I will dry them all
I'm on your side
When times get rough
And friends just can't be found
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
When you're down and out
When you're on the street
When evening falls so hard
I will comfort you
I'll take your part
When darkness comes
And pain is all around
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
1 – Envio mensagem do telemóvel e a seguir encosto ao ouvido à espera do relatório;
2 – Acordo de manhã e calço-me para ir trabalhar, sem despir o pijama;
3 – Em vez de escrever “www.viamichelin.com” para ver um trajecto, vou directamente à linha de endereço e escrevo de(terra)para(terra).com (atenção à preciosidade do .com).
Férias, onde andais vós??
Não percebo o que te atrai em mim… Porque esperas todas as noites que me deite, antes de vires ter comigo… “uninvited”… sim, não te convidei vez nenhuma…
Não te percebo… a sério…
Todas as noites, esperas pelo limite do meu cansaço, pela hora que me deito… Então, nesse momento, chegas tu… todas as noites e deitas-te comigo… e eu em ti… Sem o querer, sem nunca o ter desejado… Eu em ti e tu a apoderares-te de mim… Não compreendes o quanto quero dormir? O quanto preciso que me deixes em paz e que não me massacres? Ainda hoje… apenas saiste da minha cama às 5h26… pelo menos olhei para as horas a essa hora…
Aos anos que mo fazes… aos anos que me visitas… noite após noite… sem parar… Não te cansas tu? Não tens outras pessoas para visitar? atormentar?
E noite após noite visitas e noite após noite te vivo…
Não te quero… não preciso de ti… melhor, preciso de NÃO TE TER!
Tu, eu em ti, inSónia…
Para perder 10 minutos por dia, a distrair-me… a “aparvalhar” um pouco…
Quem quiser, é só criar um boneco e “combater”…
Como tem limite diário, não é distractivo, mas ajuda a distrair…
;) (há quem compreenda estas frases brilhantes!)
Peço desculpa a quem ofender com o que vou dizer… mas… POUPEM-ME!
Passa insistentemente na rádio uma música de uma banda portuguesa cujo refrão “Eu não sei como hei-de voar……”… oh pá… chiça! Mais valia pedirem à Sra. Judy Garland para cantar… a não ser que a música seja uma homenagem a essa mesma senhora…
Confesso que, quando ouvi pela primeira vez, pensei que fosse de algum musical do La Féria… sei lá… um “Feiticeiro de Oz”… mas não…
Autores, músicos, “compositores” portugueses… o plágio é uma coisa tão feia…
Como se não bastasse o primeiro CD comercial dos The Gift ser quase uma cópia do brilhante Dummy… (E depois perguntam os Zé Tuga “Porque ouves tu mais música estrangeira que nacional?”) … agora também já vamos aos clássicos?
Qualquer dia temos uma banda nova a vender milhões… perdão, milhares, a dizer um disparate qualquer por cima das linhas musicais do Jesus Cristo Super Estrelado (para mim, “O Musical”… é simplesmente BRUTAL!)… ou uma canção de amor para uma outra telenovela com a sonoridade do “Fantasma da Ópera”… (“Amoooooooooooooor, por ti matei o meu mariiiiiiido”… até soa bem… vou começar a cantar a ver se me dão um contrato discográfico… ai! já tive um… correu mal porque não plagiámos… ai mentira! porque os CDs… é melhor não falar disso)…
Repulsa-me pensar no que uns conseguem, com coisas tão medíocres.
… os três dês do Acordo Ortográfico, por Francisco Miguel Valada…
Numa livraria perto de si!
Dá-lhe Chico!!!!!!
Mais info: http://www.textiverso.com/
Cada vez me assusto mais com o conhecimento do código da estrada, com a forma de conduzir e com os estacionamentos dos portugueses, em geral…
Nesta cidade então, parece que nenhuma lei se aplica, que nenhuma regra existe, que domina a anarquia rodoviária…
Têm razão os que estacionam em segunda fila (porque “São apenas 2 minutos”), os que se metem sem olhar (Nós temos de ir com atenção), os que têm cedência de passagem que não cumprem (Excesso de velociadade é qualquer acima da qual não seja permitido parar em segurança), os que ultrapassam pela direita (Deve-se conduzir quase no passeio para os aceleras terem espaço para passar), os que cortam rotundas (Poupar pneus e combustível é pensar no ambiente)… esses têm sempre razão porque, a seguir, refilam connosco com olhares agressivos e gestos ameaçadores quando os confrontamos com uma buzinadela… Sim! Têm sempre razão… Quem cumpre o código é, de facto, otário! E se quem cumpre o código reclama, recebe quase sempre um insulto…
Também têm razão os peões que ignoram as passadeiras que existem a 10 metros e insistem em passar no local mais próximo… Têm razão as mães que “arrastam” as crianças para atravessar depressa “Porque pode vir um carro”… ignorando, também, passadeiras, numa “educação” extremamente correcta… Porque se um dia essa criança, já sozinha atravessar ali e for atropelada mortalmente, a culpa é sempre do condutor que vinha em excesso de velocidade e não viu a criança…