domingo, 29 de janeiro de 2017
M.S.
Tenho andado a ouvir musicais novamente... Se fechar os olhos, estamos a uma mesa, a beber amêndoas, talvez, e a cantar os temas e a debater a forma como foram compostos, os arranjos, quem é a melhor voz feminina ou masculina alguma vez escolhida de entre todos os casts que já foram feitos...
Guardo-te com tanto carinho em mim...
Falei contigo o dia antes de te ires embora...
Tenho saudades tuas, minha Cosette...
Marius
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Sonhar contigo...
Conversámos... disse-te não perceber muita coisa... Disseste que tinha de ser assim...
Combinámos coisas... Fiquei de passar em tua casa...
Acordei... tive alguma pena de não ter, efectivamente, falado contigo...
Saudades das nossas conversas...
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Há alturas na vida…
… em que tudo parece correr bem demais…
Muito OBRIGADA aos meus amigos… por serem amigos dos meus amigos… por serem amigos das pessoas de quem gosto… por gostarem todos uns dos outros… E por parecer que se conhecem quase há quanto tempo como me conhecem a mim… (ou mais)…
Houve umas quantas coisas nos últimos tempos que te têm feito sorrir muito e parte tudo da vossa parte… Vocês são únicos!
Muito OBRIGADA por tudo!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Insónia...
Fui à génese deste blog... Li o ano de 2007, mais concretamente o mês de Julho...
Sinto que deixei de ter aquela vontade de escrever... que as palavras são grafismos sem sentimento... caracteres vazios...
Gostei do que li... Gostei dos meus auto-diálogos... de ler texto que sei que na altura fluía e que hoje custa a sair...
Preciso de me reencontrar... mas hoje em dia, qualquer palavra a mais que se escreva é sempre tomada com segundas ou terceiras intenções...
Poderia escrever auto-diálogos, textos fictícios, palavras que poderia dizer... Mas ultimamente é o silêncio que me ocupa...
Posso ter a cabeça a mil... mas as palavras custam a sair...
Acho que é altura para parar na minha vida... decidir se faço um reset igual ao que decidi fazer em Maio de 2007...
Deixei de me identificar com tudo o que me rodeia... Sinto-me cada vez melhor em Lisboa... Saí de casa na Segunda-Feira completamente sem destino... Fiz talvez 1000km... Dei por mim a fazer uma viagem para Lisboa, na Quarta-Feira, como não fazia há quase 4 anos... Com direito a paragens (como gosto) e (agora deixei-me rir) até comi no McDonalds... sim, eu fui ao Mac... e comi...
Senti uma liberdade que quase me fez sentir voltar atrás no tempo (aquele que não volta atrás)... Foi uma mistura do novo com memórias... Bem! Que coincidência... Há 4, 5 anos, o meu passageiro era R.F.... esta semana, a minha passageira foi R.F.... Há coisas mesmo estranhas... (do que me fui lembrar)...
Podia começar a falar de coincidências e de paralelismos... Da conversa que tive com a S. há menos de 2 meses sobre o meu futuro... e como tudo isto me remete para 2007... Como volto a ser "Driver" (nick que usava no Blog em 2006) e tenho pensamentos misturados enquanto passava por Monte Abraão e me lembrava daquela estação de comboios... E concluir que há demasiadas coincidências na vida... E que deixei a minha "passageira" no topo da rua onde há coisa de um ano jantei (em dia de jogo do Glorioso, também!)... (Como não reparei eu na rua, na primeira vez que te deixei lá? Eram 5h30 da manhã, muito vinho e muita amêndoa... bem visto...)
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Há uns meses atrás pediram-me a listagem das minhas moradas dos últimos 10 anos... Estudante que se preza, muda de casa quase semestralmente... Felizmente, enquanto estudante, mudei de casa 3 vezes apenas... Em 2006 mudei de casa em Agosto mas terminei o curso em Setembro... (não vou contar essa)... Mas a partir desse Verão, mudei de casa mais de 5 vezes... Cheguei até a estar meses sem morada...
Esta semana saí do sítio onde mais tempo estive nestes dez anos... Ter um quarto no local de trabalho é algo muito bom... Abandonar o quarto foi... um sentimento de derrota igual ou maior que o sentimento que acompanhou cada uma das últimas mudanças de casa...
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Agora lembrei-me do "Vida ao Quilómetro"... Quase tive vontade de fazer aqui o relato da viagem de Quarta-Feira... Indicar hora e local de saída... Percurso... Paragens... Desvios...
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Esta mesma Quarta-Feira "conheci" alguém que já conheço há 19 anos... e gostei... muito... Um dos muitos motivos para ir mais assiduamente a Lisboa nos próximos tempos... Também aproveitei para estar com o D., com quem mantenho a maior ligação possível... Somos praticamente uma pessoa apenas quando estamos juntos...
5h38... sono... vou dormir...
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Nota: a próxima vez que meter roupa na mochila à toa, levar casaco... e não levar só camisas de verão sem mangas e calções... pode estar frio e a chover (foi o caso)...
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Os teus Pastéis de Belém ficaram no meu carro... Se tos entregar na Quarta-Feira (se conseguir estar contigo) já não vão estar bons, por isso vou comê-los...
Comprei uma camisola porque estava frio... como o Colombo tem "aquecimento", não a cheguei a vestir sequer...
Lembrete: fazer cópia da chave de casa para "a visita prolongada"
Agora lembrei-me de um filme com o Keanu Reeves que ele é o November... bom filme... já velhinho, mas porreiro... Filme de Domingo à tarde...
Já só digo m***a... vou dormir... que isto de dormir 3 a 4 horas por noite/dia é muito cansativo...
A poncha era boa... mas a carne estava divinal...
5h50
domingo, 20 de março de 2011
Hoje sinto-me...
... especialmente encontrando este clip com este grande amigo a cantar....
Madrinha, vamos ver as tunas?
Paro em todos os caixotes do lixo por ti...
:)
sexta-feira, 18 de março de 2011
A Fogueira das Vaidades...
Curioso teres feito anos há tão poucos dias e ir dar este filme na televisão... Coincidências... Não te vejo há mais de 8 anos... 8? 7? Não sei... Não tenho um ponto de referência que me permita dizer o ano em que te vi pela última vez em Fevereiro...
Voltando ao livro...
Lembro-me de ser uma leitura pesada... eu tinha os meus 15 anos, 16 talvez... A primeira página tinha mais asneiras que todas as que digo por dia num dia daqueles maus... Tinha muita terminologia técnica de Direito (e eu que sempre dispensei Direito)... Lembro-me que sempre que retomava a leitura tinha de ir buscar sempre uma ou duas páginas atrás... Foi prenda de aniversário??? Não me lembro... Natal? Mas sei de cor a dedicatória (estive para a escrever aqui)...
Tudo isto para dizer que vi a apresentação do filme na televisão... e cheirou-me a mentol...
O cérebro humano é uma coisa extraordinária...
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
M.V....
É um misto de sentimentos e de sensações e emoções que são demasiado estranhas até para uma pessoa complicada como eu...
Não estive presente estes anos... e passaste por muita coisa... e não estive lá...
Soube bem estar contigo no Sábado... e ver que mesmo com a distância, há coisas que se mantém igual...
Espero não te voltar a falhar... porque é o que sinto que aconteceu...
Parabéns...
domingo, 18 de julho de 2010
10 anos…
Hoje, como quem não tem nada para fazer, tenho andado pela net…
Sem nada que fazer, lembrei-me de ti e “googlei-te”…
Pequeno comentário: “a tua poesia continua linda…”
Quem sabe um dia to diga… Quem sabe, hoje?
Faço as contas… 43 anos… espero que a vida te tenha trazido tudo o que na altura desejavas… Espero que estejas/sejas feliz e que tenhas encontrado alguém que te trate bem!
Pelo menos amigos de quatro patas já vi que tens!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
Velhos tempos...
Julho de 2005, resposta a um post.
Olá,vou-te dizer (escrever, apesar de ao leres ouvires na tua cabeça) que não gosto de ir a Lisboa. Acredito que o bairrismo seja algo diferente: crescer com o senhor da mercearia, a Dona não-sei-quantas que todos os dias pergunta a mesma coisa mas que se não te cruzares com ela achas estranho, o carteiro que é o mesmo há anos, a senhora que sempre teve oitenta anos que tem um quiosque que sempre teve aquele cheiro a papel seco misturado com tabaco, ... Acredito que isso seja especial... Mas penso que isso existe em todo o lado. Em terras pequenas tens essas situações e em cidades GRANDES também... em cidades grandes "médias" não tens porque como ainda estão em desenvolvimento surgem pessoas novas todos os dias, se o café não rende: trespassa-se...Mas custa-me ir a Lisboa. Se for de Expresso de Leiria, apanho uma data de velhinhas daquelas que tomam banho em perfume e que vão visitar os filhos ou netos... ou bisnetos... que vão à cidade mais multicultural do país (o algarve não conta) mas que vão o caminho todo a dizer mal dos africanos que assaltam, das brasileiras que se vendem, dos ucranianos que vêm roubar trabalho, dos toxicodependentes que arrumam carros, ... ai que o mundo é tão mau!!! E nessa viagem... leio... ou tento ler... ou adormeço... e sou acordada, como da última vez nas Caldas da Rainha, com três murros no banco, porque, mesmo encostada ao vidro, tinha "a ponta dos atacadores" a transpôr o limite virtual que separa os dois lugares do autocarro...Se estiver em Tomar vou de comboio... e apanho um grupo de jovens (outros nem tanto) trabalhadores que todos os dias vão para Lisboa... uns dormem e outros levam uma expressão no rosto que mais valia estarem a dormir... Mais uma vez... se não estiver a ler... estou a dormir... a não ser que vá com alguém amigo... aí falamos e seremos talvez os únicos sorrisos do comboio todo enquanto contamos piadas parvas para passar o tempo.Chegada a Lisboa, é quase óbvio que apanho o metro para onde quer que tenha de ir... aí é a tristeza total... será que todas aquelas pessoas têm aquela cara, que ninguém esboça um sorriso (excepto aquela senhora africana quando olho para a filha bebé e sorrio)... será que aquelas caras pesadas e soturnas se devem apenas à falta de rede nos telemóveis no metro??? ou será o ar contagiante de Lisboa, cidade onde nunca viveria mais de 2 dias???Saio do metro... após não-sei-quantas corridas no metro, não porque queira mas porque é mesmo uma "onda humana" que nos empurra... sei que já "cheiro" a Lisboa; cheiro ao comboio e ao metro, às pessoas que me rodearam... e venho à superfície respirar... uma lufada de ar fresco... agora é só ver onde ponho os pés... será que saí na saída certa do metro, ou era do outro lado? Vou perguntar, ou a um polícia ou a um taxista...ok, são só 2 kilómetros a andar, numa rua a subir, de calçada escorregadia, nem que seja pelas "poias", águas residuais, baldes despejados rua abaixo, etc...depois de o que quer que tenha ido fazer a Lisboa, o que custa é voltar... e faço o percurso contrário... mas continuo com o meu sorriso... e no metro, no comboio ou expresso, as pessoas devem pensar que não bato bem da carola... pelo menos sou "alien" porque não tenho aquela expressão de pessoa robotizada... Eu sei que são pessoas com rotinas complicadas... mas isso não as impede de ... sei lá... sorrir, meter conversa...Whatever, já estou com sono...beijinhos...
2:11 AM
Limopoca said...
Alpha mike terror amiga, entendo o que me dizes. Oiço as tuas palavras cá por dentro e sou capaz de me colocar na posição de quem nasceu na beleza, calma e simplicidade de terras onde as pessoas ainda param na rua para dizer "bom dia". Entendo e invejo, confesso.Na minha alma, ainda não consegui que fosse nítido o percurso que quero seguir na vida, se cheirar as flores do campo e saborerar os sorrisos sentidos, ou vaguear no desconhecido e no mar de rostos tristes de Lisboa.Entendo, sim.Mas digo-te que, na pele de quem aqui nasceu e que sente tudo isso que me descreveste há decadas, há magia nesta cidade sim. É desses momentos de que me falas, desse calor humano, dessa Humanidade no agir e no sentir, de que falo quando me refiro ao "meu querido bairrismo". São traços de calor e sorrisos que gentes que cá vivem há gerações, é um modo de vida que sobrevive na metrópole. E não nas ondas humanas, no murro no banco por ocupação imprópria de milímetros alheios, mas escondido nas vielas da cidade mais antiga, nas mãos e nas bocas de gentes que plantaram aqui raízes há gerações.Para mim, Lisboa é mais isso do que outra coisa, apesar de me rever em situações semelhantes às que descreveste. Lisboa é essa alma de aldeia no reboliço de antipatia, é esse pedaço que eu amo.E é triste sentir as profundas rugas de tristeza que atormentam os rostos hiper-maquilhados que por aqui vão andando, ou melhor, arrastando-se num vida sem sonhos.Raros são os sorrisos que vemos no chocalhar e guinchar do metro... a caminho do trabalho ou com outro destino qualquer. Mas amiga, sabe a céu dar um sorriso "de dentro" a um alguém assim... vazio.
1:39 AM
terça-feira, 3 de junho de 2008
Do you really believe that Love will keep you from getting hurt?
You are tired
From all the golden coins you threw
In the well
That promised things it couldn't do
You have tried
To live by what your God has wrote
But those lines
They don't give you
just what you hoped
Do you really believe that love
Will keep you from getting hurt?
Because when you find the one
You'll open your heart and then
Once it is open
It'll take a little
raindrop to get it broken
And then you'll know what is hurting
You're hurting
You're hurt
Days go by
And pile up crosses on your wall
Counting out
The hours that you wished for more
You're afraid
And blame it all on yourself
As if guilt
Will give you strength to keep it on
terça-feira, 29 de abril de 2008
Lamechas...
A minha mui respeitosa cara metade insiste em chamar-me lamechas... quando eu digo que são apenas coisas românticas...
Neste momento acabei de ler um post noutro blog que me tocou por ser dirigido a mim... não chorei... mas houve uma micro-inundação... Penso que da simples felicidade que senti ao ler aquelas palavras...
Deixo aqui parte do que escreveste...
«É uma flor com cheirinho ao teu blog, com a música que dedicas a quem te visita e descobre o teu mundo.... e é um obrigado também! Porque eu sou daquelas que tenho de pesquisar o que é LGBT e que ainda pára para olhar dois homens que se beijam... e ao ler-te naturalizo mais o que não é do meu mundo e por isso tenho de agradecer que me o permitas conhecer, de longe e sem contrangimentos... E tenho a certeza que se todos assumissem a naturalidade de sentimentos como tu o fazes, haveria mais quem cantasse "y al final valió la pena", como termina esta canção...
"Si por un beso pones la vida, que importa tu sexo si pones el alma... ?"»
Gostei... obrigada... Tocou...
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Selo da Amizade...

Foi-me atribuído este selo da amizade que deverei passar a outros bulógues, de forma a dar continuidade a esta ideia.
Supostamente seria a 10 bulógues... mas não sei se irei passar a tantos...
As regras são simples... colocar esta imagem no bulógue (ganha-se 20€ por dia... queriam!!!) e listar 10 bulógues amigos... cada um dos proprietários deverá colocar esta imagem, visitar os outros bulógues nomeados e nomear outros 10...
(espero ter-me explicado bem...)
Nomeados:
Rabiscos de Luz
Sempre nas Núvens
Foi em Novembro que Partiste...
Morangos com Champanhe...
Oxalá...
Post it Out
Um Amor Atrevido
Bad Girl go Everywhere
On That Bleack Track
Life is a Master Piece
terça-feira, 22 de abril de 2008
Como una flor...
E porque há músicas lindas... e porque hoje me apetece dizer isto... dedico esta música a tod@s LGBTS... (o S veio para Straight e Simpatizantes)... e para todos os meus amigos do "meio"... porque se passa por muita merda na vida!
Malu
Encerrado en un cuerpo equivocado,
con mil llagas en las manos,
luchando por vivir
dentro del huracan que le atropella,
que le asfixia y que le atrapa,
que tanto la hizo sufrir.
Lo importante era al fin,
su manera de sentir.
La esperanza le jugó malas pasadas,
devolviéndola en revancha
el afecto que entregaba;
y aun el huracan le atormentaba
esos sueños que anhelaba
sentir como una flor;
done no existe condena,
si se trata de él o ella.
El viento va, peinandote,
sé que es posible que esconda su amor
bajo un rincón, sin dejarse ver,
si por un beso poner la vida,
que importa tu sexo
si pones el alma en cada gesto de amor que te dabas.
Como una flor siente dolor
al deshojarle el corazón,
sientes la espina que rompe tu llanto.
Si por un beso pones la vida
que importa tu sexo
si pones el alma...
Y hoy que vuelves la mirada a tu pasado,
y quizas emocionado te preguntas el por qué
¿valió la pena acaso tanto esfuerzo?
Soportando tempestades
por sentir como una flor;
donde no existe condena
si se trata de él o ella.
Y comprendes que la vida esta de vuelta
y sonries con mas fuerza contemplando esta vez
que en vez de un huracan, ya solo hay prisa,
peinarte no se fija
si se trata de ella o él,
y ahora no existe condena,
y al final valió la pena.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
G...
Isabel, a tua filha é o máximo...
A cadeira... um trauma para a vida...
A sesta na "nossa cama"... uma delícia de ouvir...
O Sr. Lei... já se sabe...
Adoro-te, madrinha linda!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Dear Sally... I miss you so much...
- when the cancer got to your medula and you lost so much of your body, but none of your mind.
Dancing with Sally
Oh, my dear friends!
When you stride in the hills
Looking high over lake and forest
When you clamber down narrow paths
to reach that hidden beach
When you step out on the floor
with wild rhythm in your feet
When you stroll in shaded paths
with your arm around your loved one
When you dive in clear water
and kick the spray behind you
Then, dear friends,
Skip and jump
Wriggle your toes in the sand
Pirouette and leap
Trot or beat out a warpath
Kneel and roll in the grass.
Splash a glorious fountain
Glorying in all
the myriads of dance
Do it for Joy!
Do it for yourselves
And, yes, please do it for me,
so that I can dance through all your feet
sharing and laughing with dancing friends
apesar de ter isto de outro local... aproveito para deixar o link do blog de onde retirei este poema... porque é quase uma homenagem... procurem 2005...
Em duas línguas

