sábado, 10 de outubro de 2015

Feel Fear...

O silêncio incomoda-me... o não falar, o não dizer...
As questões que o silêncio levanta inquietam-me... perdi por não falar? não perdi por calar?


A carta que não deixei

Escrevi-te uma carta... Ainda a tenho...
Se na carta falo na ausência de coragem para, eventualmente, falar contigo, o facto de ainda a ter revela que me assusta o possível contacto... mesmo que unidireccional...

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Demasiadas coisas na cabeça...

... que não me deixam dormir...

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Porque tudo o que vier será second best...

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Idealização da loucura...

... é saber que o que desejo é apenas o que o que idealizo... e que, no desconhecido, toda a ilusão é possível...

sexta-feira, 29 de maio de 2015

F...

Sonhei contigo há duas noites... Teriam ficado coisas por resolver e decidimos tomar café... Trouxeste companhia mas, mesmo assim, picávamo-nos, trocávamos carícias, beijos...
Acordei com vontade de ouvir a pen de músicas que me fizeste... Há bandas ali que detesto... Mas, contigo, tentava e conseguia ouvir...
De ti, ficou a música... Nada mais... Ficaram os Linda Martini e os Trentemoller, especialmente...
Deste-me coisas... Fiz a minha triagem e adicionei o que achava que devia à minha bagagem...
Não sei se voltaremos, alguma vez, a cruzar caminhos... E aqui tão perto estás...
A compatibilidade tem destas coisas... Às vezes não existe...

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Des+espero...

Deixo de esperar...
Anulo a espera...
Desfaço o tempo que passou...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Demónios...

Há anos que fujo dos meus demónios... Não os conheço e sei-os de cor...

Fugas repentinas, quase sempre "profissionais"... Planos elaborados de fuga do meu mundo... de auto-flagelo e de punição... Quase sempre correm mal...

A minha "primeira fuga", há quase oito anos, falhou por ter cedido ao lado humano do conforto... Com isso, caí num segundo abismo... Levantei-me... Ergui-me... Lutei... Estabilizei... Fugi de novo... Há coisa de um ano planeei tudo do novo...

Desta vez, consegui a fuga... Sinto a punição e cada segmento do meu auto-flagelo... Sempre que chego a casa, ao quarto... Sinto a dor que, conscientemente, construí... e que agora rejeito... e, por a rejeitar, mais dor causa... e mais forte é o auto-flagelo... Uma bola de neve... Quanto maior a dor, maior o desejo de não a sentir... maior a dor que sinto...

Não sinto onde estou... este "não-lugar"... Este espaço físico que sabe a um momento de dormência... de não-existência... de não-real...

Mantenho-me longe... dos demónios... de mim...